Burocracia é o maior entrave ao turismo rural

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Esta componente dificulta o avançar do turismo rural.

Jorge Santos, presidente da Associação Portuguesa de Turismo em Espaços Rurais e Naturais (APTERN), afirmou hoje que “a maior dificuldade do setor é a burocracia que há a mais no nosso país”.

Além disso, a burocracia é também a causa da lentidão com que “as decisões são tomadas no nosso país, mesmo em relação às questões mais simples”.

É também de salientar que “faltam apoios financeiros” e que a formação profissional não tem em conta a realidade do mercado. Sendo por isso necessário “adaptarem os currículos às necessidades do setor e aos mercados” para que possam existir profissionais devidamente qualificados.

No entanto, o presidente da APTERN acredita que o turismo em espaços rurais e naturais vai “continuar a crescer em Portugal”. Os turistas alemães, holandeses e ingleses são os mais apontados para explorar este tipo de turismo contribuindo para o seu crescimento. Além disso, esses são também os países que mais têm investido na criação de unidades de turismo em espaços rurais e naturais em Portugal.

Jorge Santos salienta também que “é necessário proteger e dinamizar o património rural e natural”. Uma vez que o turismo em espaços rurais e naturais é uma forma de proteger o património e para combater a desertificação.

O presidente da APTERN acrescentou ainda que pretende “cimentar a Associação com uma entidade forte, que desenvolva a componente do turismo na natureza, apostando fortemente em promover este tipo de turismo, complementando com aspetos relacionados com a conservação da natureza e biodiversidade, e o ecoturismo”

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